No Brasil, a segurança privada cada vez mais cresce e vem servido como aliada do Estado no combate à criminalidade. É o que reforça, neste artigo enviado ao Blog, o oficial de reserva do Exército e coordenador de curso de segurança privada, Genilson de Oliveira Santos.

Diante da criminalidade e do “medo de ser vítima do crime”, muitos particulares procuram apoio na segurança privada, que tem crescido cada vez mais no Brasil. É certo que hoje ela representa uma base fundamental na proteção de vidas e patrimônio de nossa sociedade.

Segundo a Secretaria Nacional de Segurança Pública, o número de profissionais de segurança privada já ultrapassou, e muito, o efetivo de policiais militares e civis no Brasil.

As atividades de segurança privada serão reguladas, autorizadas e fiscalizadas pelo Departamento de Polícia Federal DPF e serão complementares às atividades de segurança pública nos termos da legislação específica e suas atividades estão bem definidas pela legislação brasileira: Lei 7.102/83.

Já a segurança pública é prestada exclusivamente pelo Estado e compete a ele exercer e administrar suas atividades nos termos do art. 144 da CF, além de ser indelegável e intransferível.

O exercício da atividade de segurança privada no Brasil teve início em 1967 e, por não ter uma regulamentação que regesse suas atividades, era considerada uma atividade paramilitar.